Recém lançado na AppStore, o Figure foi feito para produção de músicas eletrônicas em dispositivos com iOS, como iPhone e iPad. A proposta do app é permitir que qualquer usuário crie, a partir de uma base, músicas improvisadas. O Figure é mais para “tocar ao vivo” do que para escrever uma música para registro.
A música é feita através de uma interface simples e
intuitiva (Foto: Reprodução/Figure)
Sua interface é simples e intuitiva, com bons recursos de áudio e uma proposta divertida e casual. O app foi desenvolvido pela Propellerhead, empresa responsável pelo poderoso 'rack de stúdio virtual' Reason.
Uma vez instalado, percebe-se uma interface simples, inteiramente em 2D, com um estilo um tanto retrô. Ao topo ficam as opções “Rec”, “Play” e a seleção de instrumentos, onde estão disponíveis a bateria, o baixo e o “lead”, instrumento harmônico empregado em solos.
Os botões circulares ao centro da interface dão opções de ritmo, tom e escala para os instrumentos, e os retângulos abaixo deles são destinados ao controle da execução musical, permitindo que os instrumentos sejam, de certa forma, tocados pelo usuário. Colocando o iPhone ou iPad na horizontal, oFigure exibe essas barras de interação em tela cheia.
A execução é simples, e é quase impossível que alguém venha a “tocar errado”. Basta experimentar toques ritmados, obedecendo o tempo da música, para criar suas linhas de bateria, bem como as bases e os solos para a harmonia.
Uma sequência “tocada” se transforma num loop, que fica se repetindo de maneira que outras sequências possam ser adicionadas - permitindo que você praticamente faça uma performance ao vivo.
Na parte inferior, o app é bastante rico em recursos de personalização, por onde é possível mudar as características do som de cada instrumento. Há também a parte de mixagem, com controle do volume individual de cada um deles.
Por sua proposta 'ao vivo', o app não permite exportar nada do que é feito para um arquivo de áudio, nem salvar o seu “trabalho” para dar continuidade depois. A limitação, no entanto, não tira o brilho de um divertido aplicativo musical, que custa apenas US$ 0,99 na AppStore.
Figure, da Propellerhead, transforma iPhone em plataforma de criação músical
Larry Page fala sobre o Google+, Facebook, inovação e Steve Jobs
Em entrevista à BusinessWeek, Larry Page, CEO do Google, resolveu dar detalhes de seu primeiro ano no comando da empresa e revelar seus planos para o futuro. O co-fundador do buscador líder da Internet também aproveitou o momento para rebater algumas críticas deSteve Jobs sobre o Android.
Após assumir o cargo de CEO em Abril de 2011, Larry Page escolheu por fazer mudanças drásticas na empresa, encerrando dezenas de produtos e serviços, em especial ao histórico Google Labs, para adequar uma nova realidade social, o Google+.
Lançado com grande destaque, o Google+ conseguiu angariar bons números – que pode chegar a 400 milhões de usuários no final de 2012 – e tem sido cada vez mais implementado como uma importante camada social que envolve as ferramentas da empresa.
Sua importância tem sido tão destacada para o Google, que o projeto social patrocinou mudanças profundas no Google Search e exageradamente trouxe aspectos negativos para outros, como o Google Reader, que perdeu suas próprias ferramentas de compartilhamento para dar espaço a timeline social.
“Há apostas que fizemos muitos, muitos anos atrás, como o Android, Chrome e YouTube. Estas foram apostas de longo prazo que fizemos e eles têm sido muito bem sucedidos. Todas essas coisas têm crescido como louco. Nós fizemos uma mais recente, obviamente, que é o Google+, que é uma aposta de longo prazo também”, disse Larry Page na entrevista.
“Tenho mais de 2 milhões de seguidores no Google+. Há um número de outras pessoas que estão à minha frente. E isso é engajamento real. Eu estou muito contente com o crescimento do Google+. Isso não significa que amanhã será maior do que qualquer outra rede social. Isso não é realista. Mas está crescendo mais rápido, eu acho, do que outros serviços e estou muito feliz com isso”.
Com o surgimento de projetos que estão bem longe de seu núcleo principal, a busca, Larry Page comentou que o Google sempre procurou fazer a tecnologia funcionar de modo que ela possa realmente ajudar as pessoas, algo que a empresa pretende avançar em seus investimentos e explorar novas possibilidades.
“O que significa ser uma empresa de pesquisa? Mesmo naquele tempo, e agora, basicamente, a nossa alma é a mesma. Acho que estamos prestes a usar a tecnologia em larga escala: avanços tecnológicos para ajudar as pessoas, para tornar a vida das pessoas melhor, para fazer comunidades melhores. Obviamente, nossa missão era organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível e útil, e eu acho que nós provavelmente perdemos mais da parte das pessoas que do que deveríamos”, disse Page.
Com relação a aquisição da Motorola, Page se mostrou animado com as possibilidades e com o futuro da empresa. No âmbito das tão discutidas patentes, o co-fundador disse que o Google agora possui um bom número de registros mas não há qualquer intenção de sair processando os concorrentes.
“A tendência geral da indústria parece estar em direção de um caminho litigioso e que sempre acaba sendo uma coisa triste. Há um monte de dinheiro indo para os advogados em vez de construir grandes produtos para os usuários. Eu acho que as empresas costumam entrar neste processo quando estes estão no final do seu ciclo de vida ou eles não têm confiança nas suas capacidades para competir naturalmente”.
Ainda falando dos dispositivos móveis, Page declarou ser uma verdadeira criança ao receber um gadget novo. “Toda vez que recebo um novo, sou como uma criança no Natal. É uma sensação de ‘usar pela primeira vez’ a internet ou um computador que você obtém desses novos telefones".
O executivo do Google afirmou ser um usuário atual da Galaxy Tab, da Samsung, mas que por muito tempo usou o Xoom, da Motorola. “Eu acho que eles oferecem grandes experiências e vão ficar muito melhor, ainda estamos nos estágios iniciais”. Questionado sobre o Tablet do Google, ele se recusou a comentar sobre os recentes rumores.
Com relação a questão sobre inovação, Page declarou não ter uma preocupação de que o Google, as vezes, pareça ter tirado ideias de outro lugar. “Eu não estou preocupado em não estarmos sendo suficientemente ambiciosos quando estamos fazendo coisas que são realmente importantes para as pessoas e diferente para o mundo”.
Com relação ao Facebook, Page disse ter algumas frustações por não poder ter acesso aos dados da maior rede social do mundo. Ele lembra que o Facebook chegou a importar milhares de endereços do Gmail e nunca ofereceu qualquer reciprocidade.
“Nós gostaríamos de ter um melhor acesso aos dados. Achamos frustrante que nós não conseguimos. É a tendência da Internet mover-se em um estado bem guardado. Nós tentamos, por exemplo, ter uma reciprocidade. Quer dizer, os nossos amigos do Facebook importaram muitos e muitos endereços do Gmail e exportaram zero endereços. E eles afirmam que os usuários não possuem esses dados, que é uma afirmação totalmente ilusória. É completamente irracional”, contou.
Com relação a Steve Jobs, ex-CEO da Apple, que morreu em 2011, Page afirmou ter tido boas relações, sendo até mesmo chamado para uma reunião alguns meses antes de sua morte. O tão questionado debate sobre o Android, cujo o executivo da Apple queria destruir a qualquer custo, teria sido apenas “marketing”, nas palavras do chefe do Google.
“Ele me mandou um e-mail e disse: ‘Ei, você quer se reunir e conversar’. Eu disse: ‘Claro, eu vou sim.’ E nós tivemos uma conversa muito agradável. Nós sempre fizemos isso quando tínhamos uma discussão geral”, lembrou Larry Page.
“Ele estava muito doente. Tomei isso como uma honra que ele queria passar algum tempo comigo. Eu imaginei que ele queria passar mais tempo com sua família nesse momento. Ele tinha um monte de ideias interessantes sobre como administrar uma empresa e foi algo que discutimos”.
“Eu acho que as diferenças com o Android eram realmente para exibição. Acho que serviam a seus interesses. Para muitas empresas, é útil que elas expressem um óbvio que têm por um concorrente e reunir fatos em torno disso. Eu pessoalmente acredito que é melhor lutar por algo maior. Você não quer que as pessoas olhem para seus concorrentes. Você quer estar a altura do olhar para o que é possível e tentar fazer o mundo melhor.”, finalizou.
Conheça o PhoneSoap, o dock que limpa e recarrega iPhones
Smatphones passam por mãos, bolsos e mochilas todo o tempo. Enquanto isso acontece, esses dispositivos acumulam muitas - mas muitas - bactérias. Pensando nisso, surgiu o conceito do PhoneSoap (Sabonete para Telefones, em tradução literal), uma pequena base que tem o objetivo limpar completamente seu iPhone, além de recarregar sua bateria durante a limpeza.
O dispositivo tem o formato de uma pequena caixa prateada de metal. Ele usa raios ultravioletas para matar qualquer bactéria e vírus que tenha na tela ou no smartphone em si. Por não gerar nenhum calor, não há nenhum problema em danificar o seu aparelho. Ao mesmo tempo, por meio de uma conexão USB, o PhoneSoap carrega a bateria do gadget enquanto faz a limpeza.
Por enquanto, o projeto está em fase primária no site Kickstarter. Para ajudar com os fundos requeridos para sua fabricação, o usuário pode doar no mínimo US$ 39 (cerca de R$ 71) e ganhar uma cópia do PhoneSoap logo que ele for produzido.
Via Tecnabob.
O que é Big Data? Conheça essa tecnologia de monitoramento
Redes sociais, GPS, telefones celulares e a popularização dos mais diversos dispositivos móveis foram o estopim para o início desse serviço. O Big Data é uma tecnologia que reúne uma quantidade inimaginável de dados digitais e os cruza, aumentando a possibilidade de ganhos com o uso dessas informações. De acordo com especialistas, o Big Data analisa informações em variedade, volume e velocidade como nunca antes se viu.
A grande novidade da tecnologia Big Data é trabalhar com dados não-estruturados, que dependem de um contexto para serem entendidos. Esse tipo de informações são tweets, comentários no Facebook e vídeos, por exemplo, e representam 85% das informações com as quais as organizações lidam atualmente.
Em reportagem do jornal O Globo, o executivo de operações da EMC, Pat Gelsinger, afirmou que o mercado global de Big Data já movimenta US$ 70 bilhões por ano, e a tendência é que tenha um crescimento de quase 40% até 2015. No Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, pesquisadores publicaram um artigo em que acreditavam que esse tipo de software pode ajudar a solucionar problemas econômicos, justamente porque o Big Data traz eficiência às empresas.
Aliás, a tecnologia chega cada vez com mais força também no Brasil. A loja de departamento Renner usa a tecnologia para monitorar o fluxo de mercadorias de suas filiais em todo o país, o que é feito em tempo real. Com o Big Data é possível cruzar os dados de localização dos caminhões com o nível de estoque das lojas e ainda reorganizar a mercadoria entre as lojas com base em dados meteorológicos, por exemplo. Além de acompanhar os comentários sobre seus produtos nas redes sociais.
O Big Data permite analisar qualquer tipo de informação digital em tempo real. Atualmente circulam pela rede cerca de 1,8 zettabyte, a previsão é que em 2015 esse número chegue a incríveis 7,9 zettabytes. Um zettabyte é igual a 1.000.000.000.000.000.000.000 bytes – isso mesmo, um número inimaginável!
enorme quantidade de dados digitais (Foto: Reprod.)
Fundamental para a tomada de decisões, esse tipo de software poderia até evitar assaltos, já que são capazes de analisar imagens. Assim, o Big Data poderia monitorar as câmeras da cidade, entender padrões que antecedem assaltos e outros crimes e chamar a polícia antes que os bandidos cometam de fato o delito. Apesar desse cenário à la “Minority Report”, Patrícia Florissi, da EMC, diz que ainda falta bastante tempo para que a tecnologia seja usada dessa forma.
A própria EMC está construindo no Parque Tecnológico da UFRJ um centro de pesquisa exclusivamente para o desenvolvimento de Big Data. A companhia promete investir R$ 100 milhões nos próximos dois anos. A previsão é que a unidade fique pronto em 2014, empregando 35 pesquisadores.
Com polêmicas cada vez mais recentes sobre privacidade na Internet, através do Big Data já há empresas cruzando dados para descobrir que há maior probabilidade do consumidor de Gatorade comprar laxante, por exemplo. Isso ajuda as corporações a se organizarem, mas também tira a privacidade do consumidor – mas isso é outro assunto.
Aprenda os comandos básicos do Linux
O Linux é um sistema operacional de código aberto e gratuito. Ele é visto por muitos como um sistema complexo de ser usado, mas, atualmente, a maioria das distribuições possui uma interface gráfica amigável.
O sistema preserva o uso através de comandos de terminal, que podem ser usados para fazer qualquer tarefa. Neste artigo, serão apresentados os principais comandos para realizar as principais funções do dia a dia no terminal do Linux.
O terminal
A interface para gerência do computador por linhas de comandos é o terminal. Os comandos inseridos são executados pelo interpretador de comandos (Sheel, em inglês). Os interpretadores mais famosos são o bash e o tcsh. Eles variam em apresentação e em algumas funções específicas, mas todos os comandos desse artigo funcionam de forma semelhante em ambos os interpretadores.
O bash é o interpretador das distribuições baseadas em Debian, como o Ubuntu e o Linux Mint. Abaixo, é possível ver a visualização padrão do bash.





